quarta-feira, 2 de junho de 2010

sábado, 29 de maio de 2010

Mídia Indoor: Alternativas após o projeto 'Cidade Limpa'

Após a proibição da mídia outdoor em São Paulo, a mídia indoor está sendo grandemente utilizada na cidade.
Confira a matéria produzida pelo programa Reclame, que fala exatamente sobre esse tipo de mídia, exibida no canal Multishow.

Novas mídias no elevador

Uma escola de medicina do exterior se adaptou também ao cenário das novas mídias. Embora a mídia de elevador já seja usada há tempos, a escola inovou com um formato criativo.
Via: Educacional

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Realidade aumentada - o que seria?

A ferramenta realidade aumentada é algo novo e interativo para o consumidor. É uma ferramenta 2.0 para o consumidor 2.0. A globo e a Fiat introduziram a realidade aumentada para os consumidores no BBB10, qdo os participantes precisavam interagir com o carro na tela. Mas o que seria a realidade aumentada?É a sobreposição de objetos virtuais tridimensionais com um ambiente real, por meio de um dispositivo tecnológico. A Realidade Aumentada proporciona ao usuário uma interação segura, sem necessidade de treinamento, uma vez que ele pode trazer para o seu ambiente real objetos virtuais. O usuário faz o manuseio desses objetos com as próprias mãos, possibilitando uma interação atrativa e motivadora com o ambiente. Veja uma demonstração da realidade aumentada no Youtube.




O que o usuário precisa para utilizar a realidade aumentada?


De uma web cam e uma superfície rígida e uma folha de papel. Dicas para ter uma melhor experiência:
• Coloque o marcador sobre uma superfície rígida (mesa, livro, etc) de forma que o papel não dobre.
• O marcador precisa estar bem visível, inclusive toda a borda preta.
• Dê preferência para impressoras jato de tinta e papel comum. Papéis e tintas brilhosas atrapalham devido aos reflexos e brilhos.
• Certifique-se que a sala esteja bem iluminada.
• Verifique as seguintes configurações da sua câmera, se houver:◦ Desligue o foco automático e o coloque para infinito.
• Desligue opções de rastreamento automático de objetos e controle automático de luz e exposição.


- Por Elaine Borkoskilaine - bor.carbonmade.com

FIAT Mio – O carro feito pelo povo

Quem imaginaria que a grande “Fabbrica Italiana Automobili Torino”, popularmente conhecida pelo acrônimo FIAT, criaria um carro-conceito criado em parceria com internautas? Uma empresa criada em 1899 e que hoje é considerada como um dos grupos industriais de maior representatividade no mundo curva-se à realidade do ‘Cidadão 2.0’ e propicia a interatividade e relacionamento com este usuário.

Talvez os fãs da antiga série animada “Os Jetsons”estejam começando a vislumbrar, com essa atitude da FIAT, o futuro projetado para a humanidade: cidades suspensas, trabalho automatizado, robôs como criados... E embora os carros ainda não sejam voadores, possuem recursos de entretenimento e informação.

A partir da solicitação de mais de 1,5 milhão de internautas, uma equipe composta por dez profissionais de desenho automotivo juntamente com a população ( grande novidade do projeto), desenvolveu um carro, desde os conceitos inicias até o design e funcionamento dele.

O exterior desse carro conceito, chamado FIAT MIO, se caracteriza por um design clean, denominado Precision, onde uma grande área envidraçada se destaca. Internamente o modelo é inspirado num ambiente típico de um lounge. Os assentos, para dois ocupantes, têm formato de sofá, sem divisória, e o volante possui capacidade multifuncional, tipo joystick.

O veículo será apresentado no Salão do Automóvel, que começa em outubro. Para Peter Fassbender, do Centro Estilo Fiat no Brasil, os carros conceituais apontam não só o futuro das tecnologias e novos desings incorporados nos automóveis, mas também propõem um novo processo de criação.

Um carro criado pelo povo. Por internautas de vários lugares do mundo. Considerações e particularidades sendo levadas a sério por profissionais. Provavelmente outras grandes empresas adotem essa iniciativa da FIAT. Os consumidores 2.0, que tanto prezam por relacionamento, já se mostraram satisfeitos, e isso pôde ser constatado com o volume de participantes na idealização do carro-conceito.

O carro do futuro talvez ainda não seja um carro voador, mas é um veículo onde o próprio consumidor opine, interaja e participe. O conhecimento dos profissionais associado às exigências do novo comprador talvez seja o início de uma nova era dentro das montadoras, e uma realidade para todas elas.

Site e Making Of: Fiat Mio

MBA Marketing OPET
Equipe: Anna Zanneti, Elaine Borkoski, Gabriela Liebert e Liziane Jarenko.

Ação Frontline

A Saatchi & Saatchi de Jacarta (Indonésia), desenvolveu uma ação criativa para a divulgação dos produtos da Frontline (produto de maior sucesso no mundo para cães e gatos).


Eles aplicaram um enorme adesivo de um cachorro se coçando no térreo do vão central de um shopping, onde há um grande fluxo de pessoas, e quem estivesse nos outros andares tinha uma ilusão de que as pessoas eram pulgas passeando pelo animal.

- Por Liziane Jarenko -


quinta-feira, 20 de maio de 2010

EU Publicitário



Os meios de comunicação têm um imenso poder de manipulação de informação sobre as pessoas. É de responsabilidade dos comunicadores de acordo com os princípios que regulamentam a conduta de sua profissão a prática da ética profissional, sendo que a venda, deve ser feita visando a qualidade de vida, não levando o indivíduo a praticidade de atos indevidos. Segundo o Juramento do Publicitário:

“Como publicitário prometo buscar meus ideais, seguindo a meta de trabalho livremente escolhido por mim. E da mesma maneira, comunicar com ética, honestidade e responsabilidade aquilo que me foi transmitido. Prometo remover todos os obstáculos que impeçam a aproximação cada vez maior entre os seres, e fazer com que possam compreender a transcendência da comunicação e sua função na sociedade e na humanidade”.

O profissional de comunicação tem em mãos a grande responsabilidade da ética, onde pode ser lembrada através de dois argumentos: os efeitos sociais causados pela informação e a ineficácia do eventual desmentido. Apesar disso pode-se dizer que os efeitos da mídia não são responsabilidade exclusiva do profissional da imprensa, mas sim conseqüência de uma produção coletiva, dando assim a participação da sociedade e seus preceitos para os ideais sofridos.
- Por Anna Zanetti - PUBLICITÁRIA

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Design e midia exterior

O design surgiu para ser uma ferramenta de melhoria, para ajudar as empresas a buscar um produto melhor e se destacarem no mercado. O design aliado a novas mídias exteriores resulta num avanço desta comunicação. Ele é uma ferramenta do marketing. O consumidor a todo tempo recebe informações e precisa filtrá-las, absorvê-las. Destacam-se as empresas que conseguem prender a atenção, e conquistar o desejo do consumidor. Uma vez conquistado, ele associará o produto/ serviço a empresa. Um exemplo de design e mídia exterior é o MUB criado pela agência Publicis da Alemanha para a empresa FISCH FRANKE. Problema: divulgar que os peixes sempre estão frescos. Solução: MUB diferenciado em frente a loja.Com certeza, os consumidores foram impactados.

Mais informações clique aqui.


- Por Elaine Borkoski - Designer gráfica lainebor.carbonmade.com

terça-feira, 18 de maio de 2010

Consumidores e a Mídia Social

A presença nas mídias sociais, como o Twitter, blogs, YouTube e Orkut , é vital para as as empresas se relacionarem com os consumidores, principalmente os mais jovens. De acordo com dados do Ibope Nielsen Online, 86% das pessoas que acessam a internet navegam pelas comunidades online. Abaixo, algumas dicas para quem quer se aventurar neste novo mundo:


Dicas para Twittar

1º Crie políticas para serem seguidas pelos funcionários
2º Esteja aberto a conversar com seus consumidores
3º Não lave roupa suja nas redes sociais
4º Use o Twitter como mais um canal de atendimento
5º As pessoas físicas e jurídicas não se separam na rede.

Fonte: Revista Dinheiro – 07/04/2010
- Por Liziane Jarenko -

Além de dados demográficos

Grupos sociais não são nenhuma novidade. Há anos as pessoas se reúnem em espaços onde compartilham seus interesses em comum. Do clube à associação, a sociedade buscou – e ainda hoje busca – relacionamento.

A diferença está na forma desse relacionamento acontecer. A revolução digital foi o estopim do início de um período de grandes mudanças. Para os nativos digitais - pessoas com menos de vinte anos e que já nasceram nessa era revolucionária, essas referidas mudanças nem são percebidas, mas para aqueles que possuem mais de vinte anos, tudo se resume à adaptação. Praticamente tudo mudou e essa parcela da sociedade tem se mostrado receptiva à realidade atual.

O indivíduo que antes era apenas um receptor se tornou um emissor. Pode produzir e publicar informação em tempo real. Há mais poder e esse indivíduo escolhe dar atenção ao que realmente considera importante.

Se o interesse é o de interagir e participar o caminho a ser percorrido nessa era da hiper estimulação leva até às novas mídias online. Esse cenário revela a figura do ‘Cidadão 2.0’ e todas as suas novas formas de se comunicar, ser visto, se entreter e agir. O ambiente escolhido por esse cidadão pós-moderno é aquele que propicia interatividade do usuário, discurso livre, contato direto e conteúdos interligados. O cenário perfeito para que essa liberdade ocorra engloba as redes sociais.

No Brasil existem mais internautas do que a população total de alguns países. Esses internautas se valem das redes sociais como Orkut, Twitter, Facebook, Blogs para se relacionarem entre si e até mesmo com empresas, políticos, celebridades, furando, dessa forma, o bloqueio que existe na grande mídia tradicional.

É o novo poder da comunicação descentralizada, que não está mais nas mãos de poucos. O relacionamento tomou o lugar da interrupção.

Por isso que dados demográficos, por si só, não são mais relevantes, principalmente se o que for analisado forem apenas dimensões estatísticas, estruturas e distribuição de populações. O Cidadão 2.0 deve ser observado empiricamente, pois o poder a ele concedido não pode mais ser mensurado apenas em dados matemáticos. A informalidade – levada a sério – já possui lugar definido e esse consumidor já se apropriou desse novo espaço.

- Por Gabriela Liebert -

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Era da informação

Atualmente o consumidor depara-se a todo momento com a hiper estimulação da informação, onde as mensagens chegam cada vez mais rapidamente ao conhecimento das pessoas. A todo momento estamos expostos a esse "BOOMMM". Somos bombardeados pela comunicação, seja para vender um pacote de bala ou para o lançamento de um MP3, 4, 5, 6, 7... Enfim, ufa! Afinal, tem que estar muito bem antenado para acompanhar essa evolução.

O comunicador exerce papel de grande importância nestas mudanças, onde o impacto das mídias tradicionais, como a televisão, rádio, jornal, já não fazem tanto efeito como antes. Então, a grande sacada do momento é investir na integração entre o tradicional e o novo. O segundo refere-se essencialmente em algo que o consumidor pode interagir, participar. Não queremos mais somente assistir a televisão, queremos fazer e sugerir a reportagem, afinal, hoje nós podemos escolher. Sim! O consumidor tem essa possibilidade de escolha, de julgamento. Estamos cada vez mais seletivos, queremos participar do meio, então não ache que se você fizer uma comunicação meia boca para sua marca eu apenas não serei impactado, pois além disso, eu vou falar muito mal, e não será somente para meu companheiro de sala, que está do meu lado, mas sim para toda minha rede de contatos, seja no msn, orkut, facebook, ou ainda pior, no twitter que já se tornou um SAC a "céu aberto".

- Por Anna Maria Zanetti -